Apesar de ser uma menininha (argh!), eu adoro heavy metal. Eu adoro todas as vertentes do rock. Passo fácil de Sex Pistols para Creedence de Elvis para Korn. Mas se tem uma banda que adoro absolutamente…é Metallica.
A primeira música que ouvi deles foi The Unforgiven. Pronto! Eu achava que heavy metal era uma letra interessante (mesmo que obscura), uma voz forte e um som leve. NÃO! Heavy significa pesado por um motivo. Mas isso eu só aprendi quando a professora de inglês me explicou que não só heavy metal era uma coisa extremamente pesada (e desagradável aos ouvidos porque era apenas barulho), como era coisa que deveria ser proibida.
Aí eu passei a gostar ainda mais.
Nada melhor para uma adolescente de 13 anos do que ouvir Nirvana, Metallica e Marilyn Mason e explicar que o vocalista de uma era um drogado e se suicidou e o outro falava de satanismo (dizem) e ver a reação de horror da mãe. Eu me sentia tão rebelde!
Enfim..ainda acho que a interpretação é de cada um e considero Marilyn Manson uma das pessoas mais inteligentes que já vi (vide a entrevista dele em “Tiros em Columbine”).

Mas Metallica é Metallica e durante anos atrapalhei os pensamentos dos meus pais com o volume no último e eu por cima cantando. Clássico.

Depois da tristeza que foi o Saint Anger que resultou até em tirinha cômica, eles voltaram.

Acabei de ver o clipe da nova música deles e senti o velho Metallica de volta. Tem mais instrumento do que canto mas mesmo assim…a voz do James não mudou nada e a bateria de Lars ainda parece que vai explodir. Num mundo de Britney Spears e afins…eu estava mesmo sentindo falta de alguém que tocasse e NÃO dançasse….só balançasse a cabeça.

Meus pais que me aguardem.

Metallica – The day that never comes.

Anúncios