BH


Eu não sou chegado em futebol, definitivamente. O que me dá uma enorme imparcialidade ao tentar falar sobre.

Pode até parecer prepotência de minha parte tentar escrever uma crônica sobre, pois, essa minha condição de não gostar desse esporte de massa, já caracteriza uma possível impropriedade minha, mas aí é que está a questão, é um esporte de massa – e não é um esporte qualquer, é um esporte que possui multidões e mais multidões de torcedores, fanáticos e não -, que é noticiado quase que incessantemente em meios de comunicação.

Convivemos com uma cultura esportiva, que gira em torno do futebol. Programas esportivos poderiam muito bem serem chamados de programas futebolísticos. Um programa dividido em, por exemplo, 5 blocos quase sempre possuem 3 só sobre… Futebol. Acho Artes Marciais, Basquete, Esportes Radicais, entre outras modalidades esportistas, muito mais interessantes, mas é o danado do Futebol, é que é destrinchado constantemente.

Pois bem, não vou ficar reclamando aqui. A maioria nacional é tomada pelo sentimento de que o futebol é quase uma religião, a Copa do Mundo está ai para ressaltar e demonstrar isso. Moro em Belo Horizonte, onde dois grandes clubes residem. Atlético e Cruzeiro coexistem de forma quase frenética, com jogos onde os torcedores parecem disputar a vida (pode parecer meio que exagero meu, mas, alguns torcedores, não se importam em matar ou morrer). Um outro clube que existe em BH é o América, mas atualmente está na 3ª divisão do Campeonato Brasileiro e não há mais, hoje em dia, aquela evidenciação de tal time.

Atlético e Cruzeiro estão sempre em disputa. Quem possui mais títulos, quem venceu mais clássicos, quem possui a maior torcida, quais torcedores são mais obcecados, quais torcedores são mais constantes no estádio e por ai vai, qualquer motivo é motivo pra discussão.

Hoje o Clube Atlético Mineiro, tem todos os motivos para ficar muito feliz e contente. Domingo, dia 12 de julho, jogou contra o maior rival e ganhou, voltando para o 1º lugar no campeonato brasileiro, na 4ª feira, dia 15 de julho, viu seu maior “inimigo” perder um campeonato que já parecia vencido, e na 5ª feira, dia 16 de Julho, venceu mais um jogo. Em contra partida, o Cruzeiro está vivendo um inferno astral, perdeu pro maior oponente, jogando com um time misto, para poupar jogadores e perde o campeonato que estava imensamente confiante e agora tem que ficar escutando gozações e chacotas.

Futebol é uma caixinha de surpresas, não há jogo vencido antes de começar, não há jogo com resultados até que o apito final seja efetivado (já assisti um jogo onde um time fez dois gols nos 5 últimos minutos, Brasil e Bolívia, durante as classificatórias para copa do mundo de 1998, a Bolívia fez os dois gols).

Se preparar para o próximo jogo, como se ele fosse o mais importante, seria o ideal, mas não é isso que acontece, algumas competições são ditas como mais importantes do que outras e nem sempre os jogadores são exigidos como deveriam, exigidos ou treinados. Às vezes os reservas são simples reservas e o que vier é lucro.

Aceito não ser expert de futebol, mas claramente é um esporte que não exige muito de uma pessoa para ser comentado (comentaristas acabam sendo repetitivos, e todo brasileiro é metido a treinador and comentarista também). O futebol é um esporte de uma exposição fantástica e todo o mundo acaba aprendendo muito por osmose, eu sou uma das pessoas que está inserida nesse mundo.

“Pois bem. Claro que sobre futebol poderia ser dito muito mais coisas, mas esse é um texto que está há duas semanas engavetado e em uma próxima oportunidade, quem sabe, escrevo mais.”

Antes de começar meu querido texto sobre nosso famigerado trânsito, gostaria de expressar um comentário…

Eu tenho que confessar que ando da mesma forma que dirijo. Explico da seguinte maneira: dirijo correndo, ando rápido, dirijo em zigue zague às vezes, ando em zigue zague quase sempre, dirijo dando seta, ando indicando onde to indo (pelo menos para quem está atrás, quem está ao lado quase não percebe, dirijo sem buzinar (odeio buzina) ando no maior silêncio. Mas uma coisa também tenho que dizer, sou estressado dirigindo. Odeio gente que andar devagar na minha frente, odeio quando buzinam e xingo de muitão.

Entre outras coisas, dirijo tão bem quando ando, já trombei em pessoas andando na rua, assim como já bati o carro também (twice), mas ainda bem que nunca bati com o carro num “alvo” imóvel, como também nunca dei de cara num poste.

No dia 13 de maio presenciei quase todos os tipos de coisa chata que odeio no trânsito. Peguei um engarrafamento de 1 hora e meia – dentro de um ônibus – durante um percurso que costuma durar 20 minutos, escutei buzinas para caramba, vi uma pista interditada por uma manifestação e com ambulância por perto, tive que andar alguns quilômetros no centro da cidade, fiquei parado – dentro de outro ônibus – em um cruzamento porque alguns motoristas adoram acreditar que conseguem não ficar no meio do caminho antes do sinal fechar, assim, todos ficam parados esperando um carro lá na frente, conseguir seguir caminho.

Mas não adianta ficar nervoso em situações assim, o jeito é botar em prática a respiração zen que aprendemos em filmes de kung fu e deixar as coisas acontecerem. Um adendo aqui, respiração é tudo.

Dirigir escutando música é algo que acho fundamental e estar com as janelas abertas também. Amo o vento batendo na cara, independente de estar frio ou não, já que posso estar agasalhado ou não, mas como gosto de frio, tal sensação um tanto quanto meio gélida me é agradável.

Eu gosto de seguir o fluxo e dirigir rápido é afrodisíaco, ficar em engarrafamento é broxante, mas nada que um surf music e alguém interessante do lado não possam resolver.

A trilha sonora pro transito é algo a se levar em consideração.

Um excelente Rock’n’Roll é fantástico quando o trânsito flui e o pode-se pisar no acelerador sem dó. Um Pop é interessante quando há mais pessoas e pode até rolar uma conversinha na boa. Um Blues é fodástico quando se está com a (o) parceira (o) e outras intenções, além de uma happy hours, estão passando pela cabeça, mas um Blues é bão de qualquer forma. Um surf music quando não se está com pressa e pra deixar a tranqüilidade pairar no ar.

outros estilos também podem trilhar o andamento do trânsito, mas ai já vai pela vontade e motivação do motorista. Eu poderia incluir a música erudita, o jazz, o reagge, mas os exemplos que dei já expressão bem aquilo que gosto.

Velocidade está ligada diretamente proporcionalmente à ritmo, bom, é o que acredito.

Viajar é algo bem interessante, eita trem danado de bão sô.

Uai, você passa a conhecer lugares que não tem noção de como seja, a não ser que vá para o mesmo lugar várias vezes e esse lugar acaba sendo tua segunda casa.

Várias variáveis podem criar intenções, propósitos de viagens que possibilitam uma interação de cunho social, cultural, ecônomico, religioso, político e também outros que no momento não consigo distinguir. Mas não importa, isso não é relevante agora, num próximo parágrafo talvés. Melhor, pensando melhor, vou discorrer sobre cada tipo, parágrafo por parágrafo.

Iniciaremos pelo turismo, que tem uma premissa sócio-cultural. Muitas pessoas viajam para vários lugares com o intuito de conhecer, de aprender com, de desvendar belezas naturais e artificiais também – a natureza é extremamente exuberante pelo mundo todo e o homem, as vezes, consegue construir algo dígno de estupefação, vale ressaltar e anunciar as sete maravilhas do mundo, tanto as do mundo antigo quando as do mundo moderno (14 entao…) – e por isso é valido, extremamente válido viajar para conhecer culturas, conviver com sociedades, com modos de vida diferenciados, aprender costumes extravagantes, enfim, expandir uma convivência humana que eu poderia simplesmente denominar como uma viagem de cognição. Turismo é uma forma de aprendizagem. Mesmo que viajemos para descanço ou à passeio, sempre aparece aqueles condutores de grupos de excursão nos guiando por pontos chamados de patrimonio cultural. Chatos ou não, esses caboclos possuem informações importantes para galera, o que já vale a pena, algumas vezes, tê-los por perto.

Viagens a negócios. Nesse quesito acredito que uma pessoa pode ir várias vezes à um lugar e conhecê-lo muito bem, ou pode ir à vários lugares sem ter tempo de conhecer direito tal lugar. Esse é o tipo de viagem que não tenho muito conhecimento, não costumo viajar à trabalho, fiz isso uma vez somente, mas aprendei como funciona certas coisitas do tipo. Essas viagens costumam ser extremamente agradáveis, já que tudo é bancado pela empresa, firma, companhia, e como é bão viajar com tudo pago e podendo desfrutar de hoteis, pousadas, passeios clandestinos (notinhas para justificar certos gastos) mas claro que tais compensações tem também momentos de estresse, já que resultados são cobrados pelos negócios em pauta.

Viagens de cunho religioso. Pouco conhecimento também tenho, não costumo viajar em caravana, em pequenos grupos ou mesmo sozinho para lugares onde fieis encontram-se e entoam cânticos, discorrem sobre crenças, cultuam à Deus ou deuses. Viagens assim costumam ser bem paradigmáticas, com finalidades bem diretas, sem alterações e com roteiros objetivos e bem definidos, assim como as viagens à negócios em certos aspectos.

Viajar ou não viajar, eis a questão (parafraseando Hamlet do ingles Willian). Viajar é preciso, viver não é preciso (parafraseando o Pessoa). Viver é importante. Consequentimente à uma viagem, as pessoas costumam voltar mudadas para casa. Essa mudança pode ser minúscula, efêmera, modesta, mediana, grande, gigantesca, integral, bom, não importa o grau de mudança, mas é verdade que viagens podem modificar alguma coisa no caboclo. Ter convivencia com o que é diferente, fazer algo que não lhe é usual,
passar por experiências nada costumeiras, conhecer gente com culturass diferentes.

Uma coisa muito imporatante também, que tenho que ressaltar, são os tipos exentricos de turistas que sempre topamos por ai. Com suas maquinas fotográficas dependuradas no pescoço, com suas filmadoras de última geração à mão, comprando bugigangas de lembrança, sem esquecer as camisas personalizadas a lá nome do lugar onde estão (interessantíssimas).

Um adendo: PELO AMOR DE DEUS, se for ficar fumando igual chaminé, falar ao celular como telefonista de call center e andar devagar igual à uma mula cansada, VAI PARA A FAIXA DA DIREITA.

Obrigado por tudo, desculpa por qualquer coisa.

P.S.: Viajar tambem pode significar conhecer alguma pessoa que tu quer muito conhecer. Mas quem sabe com o tempo…

dsc01746

Assistir à um show que você gosta, necessita de uma preparação prévia, a pessoa se veste com uma roupa que gosta muito ou para aparecer mesmo. Significativamente, estar presente, próximo, do lado (ou não tão do lado), daquele seu ídolo, é uma festividade. É um trem fantástico poder ir a um lugar que você memoravelmente levará em seu consciente. Maravilhosamente fui agraciado pela possibilidade de assistir a um show da fodástica cantora canadense super-hiper linda Alanis Morissette (comprei meu ingresso, não ganhei não)… Momento reflexivo de comemoração…(…).

Comecemos pela fila: Pode-se passar muito tempo esperando entrar no local do show, mas é quase certo você acabar eventualmente conversando com alguém aleatoriamente, se estiver sozinho (que foi o meu caso, Dona Maria não mora aqui), estando em turma ou acompanhado. Esperar na fila não é nada de mais, o tempo pode até demorar, mas com conversa isso acaba rápido. Já dentro do local programado para efetuar saltos epiléticos e entoar cânticos sem nexos vocálicos (quando não se sabe a música ou o idioma cantado não é o seu), é o momento de uma outra espera, até o show começar, aqui se pode perceber a galera tirando foto de tudo quanto é jeito, ângulo, lugar, whatever, muitos já estão até chapados por causa de uma preparação com o único intuito de ficar bobo mesmo. Não vejo outra explicação para estar bêbado antes ou até mesmo durante um show.

O show começa: Sinceramente, é um trem de doido aquela energia que se alastra por todo seu corpo, desde o fio de cabelo até os dedos dos pés. A cantora está ali à sua frente, remexendo o esqueleto, cantando em alto e bom som (o som tem que estar tinindo), levando à você os sucessos que a fizeram conhecida e rica.

Eu amo Alanis Morissette, escutei sua musica na década de 90, como a maioria de seus fãs. Pressionei meu pai para comprar o cd da moçoila (o 3º cd dela – 1º mundialmente conhecido, que vendeu em torno de 30 milhões de cópias – foi o que a deixou rica, os outros só mantiveram, mas nenhum é tão excelente quanto), aprendi a tocar uma música dela (Head Over Feet, que ela tocou no show) e comecei a querer ter uma Alanis para mim, hehehehehehehe (podem rir também desse momento tosco), coisa de fã, coloquei o nome dela no meu violão (no segundo, o 1º chama Luana… (…)). O 4º cd dela já não me fez ficar louco não, quando chegou o acústico, ai sim, novamente fiquei extremamente feliz, os outros cds tem suas músicas boas.

O show começou com Uninvited, que não é a música que mais gosto, mas pelo fato de estar na trilha de Cidade dos Anjos, já a respeito profundamente. O show continua com músicas gostosas e toda fez que ela cantava alguma do Jagged Little Pill (o tal cd que tenho) a galera vibrava estrondosamente e eu ia com a maré. MUITO EXCELENTE. Em um determinado momento do show, os roadie entram e rearrumam o palco, os músicos vem para frente, uma pequena bateria é montada, um pequeno teclado aparece, cadeiras surgem e ela começa uma outra parte do show mais próxima, com os músicos sentados em volta parecendo um lual, FANTÁSTICO. Ela agradece e sai do palco, a galera bate palmas num coro em uníssono, bate o pé e ela volta, canta You Learn e Ironic (fiquei arrepiado e novamente o local quase vem a baixo), e sai novamente, voltam as palmas, os pés e ela retorna para cantar Thank U, faz seus agradecimentos, sai do palco, os músicos vão até à frente, de mãos dadas, agradecem e as luzes acendem.

Hora da retirada e a porteira é aberta, aquele mundaréu de gente sai colada, eu prefiro não esperar, saio com a corrente, seguindo o fluxo. Já do lado de fora, bom, não posso deixar de comer um cachorro quente (coisas que fazem parte de minha verdade absoluta: após um “evento”, parar num trailer ou carrinho de cachorro quente ou sandubão e saciar minha fome, e viva a salmonela (essa parte não necessariamente precisa ser verdade)).

Só uma musica faltou para que o show fosse mais perfeito, e que é uma das minhas preferidas. KING OF PAIN. Então vou postá-la aqui.

Valeu à todos e até a próxima.

Seguindo a tendência lançada pela Bella Italiana, vou escrever sobre o assunto do momento.

ELEIÇÕES.

É muito interessante essa forma de escolha obrigada que nos é servida para fundamentar a democracia.

Parece meio que paradoxal isso, mas é o que temos, é o que nos foi dado, é o que explicita nossos direitos e formaliza nossas obrigações.

Somos obrigados a tomarmos partido de alguém, que muitas vezes, não conhecemos, só pelo exercício constitucional que nos legitima como um povo que é governado pela própria vontade do povo. Entenderam? Vou explicar de uma forma mais simplista e DIRETA.

Temos o direito de escolher quem quisermos para nos governar (…), bom, isso soa interessante, mas só que somos obrigados a exercer essa modalidade de liberdade pública. Eis o paradoxo. Como ser livre para escolher se TEMOS que escolher.

Eu poderia mesmo ficar divagando aqui sobre a sacanagem que há por trás disso, mas esse não é meu propósito agora. Numa outra oportunidade faço isso.

Existem todos os tipos de candidatos. Desde os preparados até os totalmente sem preparação alguma. Nosso chega a ser MUITO engraçado a diversidade eletiva que nos é apresentada. Putz, eu passo mal as vezes de tanto ficar sem graça por ELES.

É sério, eu fico mesmo sem graça pelas pessoas que se elegem, ou melhor, tentam se eleger, que chegam a tentar disputar uma eleição.

Digo isso mais direcionado aos candidatos à vereador, pois são eles quem estão em número maior e muito menos preparados para representar um povo.

É engraçado como algumas pessoas simplesmente se candidatam a um cargo que DEVERIA ser vinculado à serviços direcionados para uma melhora expressiva de um povo. Um cargo que deveria se direcionar à um serviço em prol do povo.

Um cargo público deveria ser tratado com respeito e ser pleiteado por pessoas PREPARADAS e conscientes de suas obrigações, mas não, isso não é o que acontece aqui e é exatamente o que me leva a passar mal, pela vergonha e também pelas gargalhadas que me fazem ficar com a barriga doendo. Passo mal mesmo.

Um exemplo, um único exemplo irei dar. Existem vários “tipos” eletivos, mas vou falar só de um. PAPAI NOEL. O cara está se elegendo como Papai Noel, é claro que ele não chega ao cúmulo de se fazer acreditar como o Papai Noel, não é tão doente assim, mas seus “santinhos” e sua propaganda, giram em torno DISSO.

Não irei falar mais sobre outros tipos, nem me prolongar sobre o bom velhinho, mas fica aqui meu recado.

Caracas… Votar ou não votar. É claro evidente que iremos votar, a não ser que você vá justificar, mas SOMOS OBRIGADOS a exercer esse exercício de cidadania, esse direito tão disputado anos atrás quando ainda não existia e que durante anos nos foi renegado na época ditatorial.

Mas é nosso direito ou nossa obrigação?… Isso eu ainda não sei.

Vamos votar… Sabendo ou não, querendo ou não.

E viva a democracia pela qual tanto lutamos…

Boas eleições a todos.

Eu já trampei com público (já fui vendedor numa livraria, barman numa boate e garçon num restaurante). Eu sei como é aguentar sujeito chato e sujeito gente boa.

Tive que pegar alguns remédios num posto de saúde público, onde distribuem remédios de graça, mas que pode demorar muiiiiito para estar disponível para quem pediu (remédio caaaaaaro). Esperar ser atendido (o que as vezes , nem demora tanto, e nesse tempinho, dá para refletir sobre vida e descançar de algumas correrias) e depois ser atendido com total displicência, como se ocê fosse… nada… e logo depois, em outra “repartição”, do mesmo lugar, ser tratado como um ALGUÉM, putz… Diferenças…

COMO É ÓTIMO SER BEM TRATADO E BEM ATENDIDO.

Resolver uma pá de coisas durante quase todo o dia e depois, perceber que só tem 10 reais no bolso, ocê pensa… “será que vou comer alguma coisa, ou vou para casa direto? Tô morrrrrrendo de fome! Fazendo as contas… Nossa, tem lugar com comida baratim…” Depois de analizar várias opções, ocê chega a conclusão que ja tinha “tomado” antes.

“Vou comer aquela promoção de 2 pedaços de pizza com 300ml refri (5,90). Você vai no lugar (que por sinal, ja to virando freguês, o pessoal não sabe quem sou, por que vai gente pra carai, mas adoro ir lá) e pede os 2 pedaços, só que com 500ml de COCA COLAAAA. (- de 7,00).

PUTZ, não há coisa melhor do que satisfazer um desejo, mesmo que seja caro ou não, que a grana dê ou não. As vezes é muiiiiiiito importante tocar o F%$#*@- SE e ser feliz… (não há preço)

Próxima Página »