Música


Listas são uns trens que gosto de fazer.

Gosto mesmo, coloco minha cabeça para funcionar de uma maneira diferenciada de tudo que costumo fazer.

É algo interessante ficar fazendo levantamentos nostálgicos de momentos, lugares, coisas que gostamos. Bom, é o que eu acho.

A lista de agora é sobre os 8 álbuns musicais que mais gostamos. Não conseguirei colocar em ordem de favoritismo, então irei postar em ordem de reminiscência.

1 – Deja Vu – Crosby Still Nash & Young (Com certeza uma das coisas que gosto pacas);

2 – Acústico Nirvana – Nirvana (pensei por alguns segundos em postar o Nevermind, mas não, melhor colocar logo o acústico);

3 – The Wall – Pink Floyd (poderia ter postado o Dark Side Of The Moon, sim, mas gosto mais do The Wall mesmo);

4 – Legend – Bob Marley (cd bão demais da conta sô, reagge de responsa e excelente em momento para refletir);

5 – Acústico Scorpions – Scorpions (Tive momentos memoráveis escutando ele);

6 – Como é que se diz eu te amo – Legião Urbana (Só faltou ter as músicas “Quase Sem Querer” e “Por Enquanto”, para ser mais perfeito);

7 – Acústico Lulu Santos – Lulu Santos (Sem comentários);

8 – The Best of 1980-1990/1990-2000 – U2 (aqui me atrevo a postar 2 álbuns, fica sendo como se fosse um álbum duplo)

Pode perceber-se aqui, uma predileção minha para álbuns de coletaneas ou acústicos, que também é uma compilação, mas costuma mesmo ser de minha preferencia tais generos.

Bom, abraços a todos e até.

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Bom…
Para constar mesmo.
Sempre fui muito fã dos caras e gosto pacas de escutar NIRVANA.
Como nesse domingo, dia 05 de abril, é aniversário de 15 anos da morte do Cobain posto aqui uma das músicas que mais gosto deles, só para homenagear o cara que CRIOU uma das bandas mais fodásticas do mundo e que ajudou a concretizar um dos movimentos musicais que mais influenciou minha vida, o Grunge – como me lembro de minha querida camisa de flanela que tinha até… ano passado…

Valeu camarada Kurt.

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Assistir à um show que você gosta, necessita de uma preparação prévia, a pessoa se veste com uma roupa que gosta muito ou para aparecer mesmo. Significativamente, estar presente, próximo, do lado (ou não tão do lado), daquele seu ídolo, é uma festividade. É um trem fantástico poder ir a um lugar que você memoravelmente levará em seu consciente. Maravilhosamente fui agraciado pela possibilidade de assistir a um show da fodástica cantora canadense super-hiper linda Alanis Morissette (comprei meu ingresso, não ganhei não)… Momento reflexivo de comemoração…(…).

Comecemos pela fila: Pode-se passar muito tempo esperando entrar no local do show, mas é quase certo você acabar eventualmente conversando com alguém aleatoriamente, se estiver sozinho (que foi o meu caso, Dona Maria não mora aqui), estando em turma ou acompanhado. Esperar na fila não é nada de mais, o tempo pode até demorar, mas com conversa isso acaba rápido. Já dentro do local programado para efetuar saltos epiléticos e entoar cânticos sem nexos vocálicos (quando não se sabe a música ou o idioma cantado não é o seu), é o momento de uma outra espera, até o show começar, aqui se pode perceber a galera tirando foto de tudo quanto é jeito, ângulo, lugar, whatever, muitos já estão até chapados por causa de uma preparação com o único intuito de ficar bobo mesmo. Não vejo outra explicação para estar bêbado antes ou até mesmo durante um show.

O show começa: Sinceramente, é um trem de doido aquela energia que se alastra por todo seu corpo, desde o fio de cabelo até os dedos dos pés. A cantora está ali à sua frente, remexendo o esqueleto, cantando em alto e bom som (o som tem que estar tinindo), levando à você os sucessos que a fizeram conhecida e rica.

Eu amo Alanis Morissette, escutei sua musica na década de 90, como a maioria de seus fãs. Pressionei meu pai para comprar o cd da moçoila (o 3º cd dela – 1º mundialmente conhecido, que vendeu em torno de 30 milhões de cópias – foi o que a deixou rica, os outros só mantiveram, mas nenhum é tão excelente quanto), aprendi a tocar uma música dela (Head Over Feet, que ela tocou no show) e comecei a querer ter uma Alanis para mim, hehehehehehehe (podem rir também desse momento tosco), coisa de fã, coloquei o nome dela no meu violão (no segundo, o 1º chama Luana… (…)). O 4º cd dela já não me fez ficar louco não, quando chegou o acústico, ai sim, novamente fiquei extremamente feliz, os outros cds tem suas músicas boas.

O show começou com Uninvited, que não é a música que mais gosto, mas pelo fato de estar na trilha de Cidade dos Anjos, já a respeito profundamente. O show continua com músicas gostosas e toda fez que ela cantava alguma do Jagged Little Pill (o tal cd que tenho) a galera vibrava estrondosamente e eu ia com a maré. MUITO EXCELENTE. Em um determinado momento do show, os roadie entram e rearrumam o palco, os músicos vem para frente, uma pequena bateria é montada, um pequeno teclado aparece, cadeiras surgem e ela começa uma outra parte do show mais próxima, com os músicos sentados em volta parecendo um lual, FANTÁSTICO. Ela agradece e sai do palco, a galera bate palmas num coro em uníssono, bate o pé e ela volta, canta You Learn e Ironic (fiquei arrepiado e novamente o local quase vem a baixo), e sai novamente, voltam as palmas, os pés e ela retorna para cantar Thank U, faz seus agradecimentos, sai do palco, os músicos vão até à frente, de mãos dadas, agradecem e as luzes acendem.

Hora da retirada e a porteira é aberta, aquele mundaréu de gente sai colada, eu prefiro não esperar, saio com a corrente, seguindo o fluxo. Já do lado de fora, bom, não posso deixar de comer um cachorro quente (coisas que fazem parte de minha verdade absoluta: após um “evento”, parar num trailer ou carrinho de cachorro quente ou sandubão e saciar minha fome, e viva a salmonela (essa parte não necessariamente precisa ser verdade)).

Só uma musica faltou para que o show fosse mais perfeito, e que é uma das minhas preferidas. KING OF PAIN. Então vou postá-la aqui.

Valeu à todos e até a próxima.

Fazer uma playlist é dificultante. Nossa, como necessita de uma elaboração relembrante de momentos… Bom, isso no meu caso.

Como venho escrevendo exatemente sobre os assuntos que podem causar depressão (hehehe, como diz ai a Bella Italiana), vou fazer minha lista também só para sair um pouco do meu óbvio, mas já já volto com algum texto…

Estou decididamente interessado a entender minhas predileções por certas músicas, mas acredito piamente de que não será possivel 100% com essa lista, pelo simples fato de que posso não fazer justiça com alguma, mas tentarei colocar algumas que mexem comigo.

Mas tenho certeza de que as que se encontram aqui, estão entre as bambambans do meu coraçãozinho. Não que efetivamente me fazem chorar rios de lágrimas, mas que eu fico emocionado e melancólico e pensativo e trágico e “revoltado” e… Whatever.

1 – Pink Floyd – Mother;
2 – Dire Straits – Brothers In Arms;
3 – Black Sabbath – Changes;
4 – Enya – Only Time; (escutei muito esse música enquanto lia um dos livros mais fodásticos que já conheci)
5 – Cat Stevens – Lady d’Arbanville;
6 – Bryan Adams – Please Forgive Me;
7 – Lifehouse – Only One; (Várias musicas deles, mas essa tá bem escolhida)
8 – Fabio Junior – PAI (essa música me fazer chorar horrores).

Que coincidência absurda: 1 – Mother e 8 – Pai, não foi pensado não, foi coincidência mermo.

Não irei colocar Iris do Goo Goo Dolls na lista pelo simples fato dela ser hours concours para mim.
Abraços a todos e espero que gostem.

Ah…nem sei exatamente porque…mas eu sinto que o amor está no ar. Nem é porque Obama foi eleito ou a Veja fez uma capa sobre Aborto. Na verdade…quero falar disso porque se for para falar dos acontecimentos diários no mundo…bom, alguém morre de depressão. Ou tédio.

Então..em mais um Top número estranho, criei o Top-8-músicas-românticas-que-me-dão-vontade-de-chorar. Sei que só não são só 8 músicas que me dão vontade de chorar. Mas essas quase que causam uma combustão instantânea.

Preparem os lencinhos.

8 – She talks to Angels – Black Crowes.
7 – Tears in Heaven – Eric Clapton.
6 – Hurt – Johnny Cash.
5 – Black – Pearl Jam.
4 – Love me tender – Elvis.
3 – Chão de Giz – Zé Ramalho.
2 – Who wants to live forever – Queen.
1 – Stormy weather – Etta James.

Bom, já comentei aqui antes que sou absolutamente fã de Eric Clapton.
Adoro o fato de que ele trouxe o blues para o rock ou vice versa. (Tudo bem que ele pode não ter sido o primeiro mas enfim….)

Por isso, foi com muito prazer que comprei “Eric Clapton: A autobiografia” juntamente com um cd duplo que repassa os maiores hits com todas as zilhões de bandas que ele teve. No livro ele conta as histórias por trás de grandes músicas como “Layla” (que ele escreveu para Patty Boyd que, na época, era mulher do George Harrison). Aliás, há mais ou menos 7 anos, fiquei sabendo que “Layla” – que sempre foi uma de minhas preferidas de Clapton – havia sido escrito para uma mulher chamada Patrícia. Nem preciso dizer que eu achava que era p/ mim né?! Mas quem nunca teve um sentimento desse aos 13, 14 anos? (Risadas malignas). Patty o inspirou a escrever basicamente um álbum inteiro – o Layla gravado na banda Derek and the Dominos – e também a canção “Wonderful tonight“. (Que é romântica demais, mesmo depois que vc descobre que ele escreveu a letra enquanto esperava ela se arrumar e era uma canção de raiva por esperar e não de amor. Mas o amor falou mais alto. **Suspiros femininos bregas**).

Ele conta também sobre a morte do filhinho dele de 4 anos e de como isso inspirou “Tears in Heaven“, “Circus left town” e “My father´s eyes”. Uma mais linda que a outra. Confesso que chorei quando li esse capítulo. Depois fiz algumas pesquisas na net e li um pouco mais de como o filhinho dele morreu e é de doer o coração.
Ele fala, inclusive, de como ele se sentiu mal quando picharam CLAPTON IS GOD num muro na Inglaterra. E de toda cocaína que usou (além de heroína) – nos levando à fabulosa (música, não a droga) “Cocaine”.

Além de tudo isso ser muito interessante, o livro é uma escola de Blues. Eric (só para os íntimos) fala de todos os artistas que o influenciaram de alguma maneira e de bandas que ele costumava e costuma ouvir. É uma verdadeira lição sobre o que é o blues de raiz. Para quem gosta, é só pegar o nome e ir atrás.

Portanto não tem como não gostar. O livro pode ficar um pouco monótono às vezes, principalmente para quem era muito novo ou nem vivo (eu!) na época.
E acho que ler a vida dele me redime por nunca ter conseguido ler toda a Bíblia (taí um post que enviarei para vovó). Afinal, eu já li sobre Deus e OUÇO Deus. Então tá tudo certo.

E amém!

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